O frango saiu. A pergunta ficou
No salão o garçom pergunta o ponto. No Zap solto o cliente escreve “o de frango” e some. A chapa está quente. Ninguém sabe se é grelhado com legumes ou com fritas. Alguém liga. O cliente está no ônibus. O prato espera.
Isso não se resolve com um recado no Instagram. Resolve no cardápio: o grupo de opção trava o pedido até a pessoa escolher.
Obrigatório é o que o fogão não adivinha. O resto é “quer acrescentar?”.
O que trava o pedido de verdade
Não transforme tudo em pergunta. Três cliques a mais e o cliente volta para o áudio. Obrigatório é só o que muda a produção.
- Ponto da carne e da massa
- Acompanhamento da marmita — arroz, fritas, salada
- Tamanho quando o preço muda
- Mesa, retirada ou delivery, se a casa faz os três
O que pode ficar de fora
Bacon, ovo, queijo extra, uma coca. Isso é acréscimo. Quem quiser marca. Quem não quiser segue. Se você tornar cada molho obrigatório, o cardápio vira formulário da Receita e a mesa pede no grito.
No painel, o grupo “obrigatório” é o da produção. O grupo “opcional” é o do ticket médio. Misturar os dois é o jeito mais rápido de o cliente achar que o site quebrou.
Teste com o prato que mais sai
No Recanto o frango grelhado é o pedido que não pode falhar. Se o extra obrigatório estiver certo ali — acompanhamento, ponto, observação — o resto do cardápio copia o padrão.
Peça para a cozinha olhar a mensagem que chega. Se ainda faltar uma pergunta, o grupo está incompleto. Se a mensagem estiver longa demais, você pediu coisa que a chapa não usa.
