A mesma receita, outro fogão
Quem abre a segunda marmita costuma repetir o login, a planilha e o número de WhatsApp. Aí o pedido da Barra cai no grupo da outra loja, a foto do nhoque aparece no cardápio errado e a taxa de entrega de um bairro cobra o outro.
A conta pode ser uma. O cardápio, não. No Cardápio Digital a empresa entra uma vez. Cada restaurante ganha slug, paleta, foto e número. O Recanto no ar é uma casa nesse modelo — a segunda loja entra do mesmo jeito, sem herdar o pedido da primeira.
O cliente da Barra não tem que ver o preço da outra esquina. O fogão da outra esquina não tem que ver o pedido da Barra.
O que nunca pode misturar
Se um desses vazar de uma casa para a outra, o cliente percebe na hora — ou a cozinha percebe no pior momento.
- O endereço público (o slug)
- O WhatsApp que recebe o pedido
- Preço, foto e extra de cada prato
- Se a casa faz mesa, retirada ou só rua
O que pode repetir
A lógica do extra obrigatório, a forma da mensagem, o jeito de nomear categoria. Isso é operação, não identidade. Copia da loja que já funciona. Troca o que o bairro come diferente.
Não copie o WhatsApp. Não copie o slug. Não copie a foto do prato se a receita mudou. O resto é atalho, não preguiça.
Abre a segunda depois de uma semana feia
Uma semana com QR na mesa, pedido caindo redondo no Zap, extra obrigatório no prato que mais sai. Aí sim a segunda casa. Se a primeira ainda vive de áudio e PDF, a segunda só vai dobrar a confusão.
Quando for a hora: cadastro da loja nova, slug novo, número novo, foto nova. O login da empresa continua o mesmo. O fogão, não.
